sábado, 28 de novembro de 2009

Caído


Qual era o sonho?
Havia algum objetivo?
Tenho um ar tristonho
Sorrir? Não tenho motivo

Não vejo mais graça
não há mais sentido
Caí em desgraça
só tenho um pedido

Acabe com essa existência
Vazia e sinistra
e sem persistência
abandonarei essa vida.

sábado, 22 de agosto de 2009

Perdido


Morto e perdido
Sombrio e assombrado
Em vida era destemido
Agora, um ser deturpado

O que fizeram com você,
espírito zombeteiro?
Contemplou a verdade,
destruído por inteiro?

Vagando sem destino
ou esta tentando encontrar?
sabe o que o deixou no desatino
ele tenta se comunicar.

Sua força se foi
E sua vontade também
não quer ver mais nada
não vê mais ninguém.

domingo, 31 de maio de 2009

Caminho Perigoso



No céu desta noite
a lua brilha, fria e sombria
por entre árvores, uma foice!
e um vulto sorria.

Sempre a espreita,
a sua espera
na trilha estreita,
sua vida encerra.

Forasteiro eu te aviso
essa trilha corta a floresta
e não leva ao paraíso
tão pouco uma festa!

Não siga por ali, não irá conseguir
você não tem tanta sorte,
mas, se quiser insistir,
encontrará a sua morte!

segunda-feira, 20 de abril de 2009

Recomeço...



De mortes e renascimentos
é feito a minha vida
e em um desses momentos
eu reencontrei, meu ponto de partida

Ao retomar minha jornada
percebo que muitas pedras,
ainda estão nessa estrada
tudo bem, minhas atitudes estão mais ousadas

Muito sangue perdido
muitas lágrimas derramadas
o problema foi corrigido
minhas forças recuperadas

Agora sigo novamente
pelo caminho que eu decidi
é sempre uma grande aventura
essa vida que eu escolhi







Anywhere Is (tradução)

Enya


Eu percorro o labirinto dos momentos
Mas para qualquer lugar que eu me volto
Começa um novo começo
Mas nunca se encontra um final.
Eu caminho para o horizonte
E lá eu encontro um outro [começo].
Tudo parece tão surpreendente
E então eu descubro que sei.

Coro:
Você vai até lá, você se foi para sempre.
Eu vou até lá, vou perder meu caminho.
Se nós permanecermos aqui, não estaremos juntos
Em qualquer lugar está...

A lua sobre o oceano
É arrebatada ao redor em movimento,
Mas sem jamais saber
A razão de seu curso.
Em movimento sobre o oceano,
A lua ainda continua se movendo,
As ondas ainda continuam ondulando,
E eu ainda continuo avançando...

Coro:
Você vai até lá, você se foi para sempre.
Eu vou até lá, vou perder meu caminho.
Se nós permanecermos aqui, não estaremos juntos
Em qualquer lugar está...

Eu me pergunto se as estrelas indicam
A vida que é para ser minha.
E elas deixariam que sua luz brilhasse
O suficiente para que eu seguisse?
Eu levanto os olhos para os céus
Mas a noite tornou-se nublada acima.
Nenhuma centelha de constelação,
Nem Ursa, nem Órion.

As conchas sobre as areias quentes
Têm trazido de suas próprias terras
O eco de suas histórias.
Mas tudo que ouço são sons baixos
Como se palavras no travesseiro estivessem se entrelaçando
E as agitações de salgueiros estivessem dando folhas.
Mas eu deveria estar acreditando
Que estou apenas sonhando ?

Coro:
Você vai até lá, você se foi para sempre.
Eu vou até lá, vou perder meu caminho.
Se nós permanecermos aqui, não estaremos juntos
Em qualquer lugar está...

Para abandonar a linha de todo o tempo
e deixar que se torne um risco escuro,
Com esperanças que eu ainda possa encontrar
O caminho de volta ao momento [que]
Eu tomei o desvio e me virei
Para começar um novo começo.
Ainda procurando pela resposta
Não consigo encontrar o final.
É este ou aquele caminho,
É um caminho ou o outro.
Deveria ser uma direção,
Poderia estar na imagem refletida
O desvio que eu acabei de tomar,
O desvio que eu estava fazendo.
Eu poderia estar simplesmente começando
Eu poderia estar perto do final...

sexta-feira, 17 de outubro de 2008

Queda


Não adianta o coração bater
Já que a alma se deu por vencida
Pois é tão grande o sofrer
E a cada dia surge uma nova ferida

No auge de minha agonia
Volto a ingerir a pílula da dormência
A vontade se vai, dia após dia
Permaneço dopado nessa turbulência

O que eu fui, o que eu sou e o que eu serei
Nada mais tem importância
Fui derrotado, sou fraco, disso eu sei
Sou levado pela inconstância

Não sei se algo bom acontecerá
Muito menos o oposto
Talvez meu coração viverá
Mas, minha alma morreu de desgosto

domingo, 28 de setembro de 2008

Você Aprende - De William Shakespeare


"Depois de algum tempo você aprende a diferença,
a sutil diferença, entre dar a mão e acorrentar uma alma.
E você aprende que amar não significa apoiar-se,
e que companhia nem sempre significa segurança.
E começa a aprender que beijos não são contratos
e presentes não são promessas.
E começa a aceitar suas derrotas com a cabeça erguida
e olhos adiante, com a graça de um adulto
e não com a tristeza de uma criança.
E aprende a construir todas as suas estradas no hoje,
porque o terreno do amanhã é incerto demais para os planos,
e o futuro tem o costume de cair em meio ao vão.
Depois de um tempo você aprende que o sol queima
se ficar exposto por muito tempo.
E aprende que não importa o quanto você se importe,
algumas pessoas simplesmente não se importam...
E aceita que não importa quão boa seja uma pessoa,
ela vai feri-lo de vez em quando e você precisa perdoá-la por isso.
Aprende que falar pode aliviar dores emocionais.
Descobre que se leva anos para se construir confiança
e apenas segundos para destruí-la,
e que você pode fazer coisas em um instante,
das quais se arrependerá pelo resto da vida.
Aprende que verdadeiras amizades continuam a crescer
mesmo a longas distâncias.
E o que importa não é o que você tem na vida,
mas quem você é na vida.
E que bons amigos são a família que nos permitiram escolher.
Aprende que não temos que mudar de amigos
se compreendemos que os amigos mudam,
percebe que seu melhor amigo e você podem fazer qualquer coisa,
ou nada, e terem bons momentos juntos.
Descobre que as pessoas com quem você mais se importa na vida
são tomadas de você muito depressa,
por isso sempre devemos deixar as pessoas que amamos
com palavras amorosas, pode ser a última vez que as vejamos.
Aprende que as circunstâncias e os ambientes tem influência sobre nós,
mas nós somos responsáveis por nós mesmos.
Começa a aprender que não se deve comparar com os outros,
mas com o melhor que você mesmo pode ser.
Descobre que se leva muito tempo para se tornar a pessoa que quer ser,
e que o tempo é curto.
Aprende que não importa onde já chegou, mas onde está indo,
mas se você não sabe para onde está indo,
qualquer lugar serve.
Aprende que, ou você controla seus atos ou eles o controlarão,
e que ser flexível não significa ser fraco ou não ter personalidade,
pois não importa quão delicada e frágil seja uma situação,
sempre existem dois lados.
Aprende que heróis são pessoas que fizeram o que era necessário fazer,
enfrentando as conseqüências.
Aprende que paciência requer muita prática.
Descobre que algumas vezes a pessoa que você espera que o chute
quando você cai é uma das poucas que o ajudam a levantar-se.
Aprende que maturidade tem mais a ver com os tipos de experiência
que se teve e o que você aprendeu com elas
do que com quantos aniversários você celebrou.
Aprende que há mais dos seus pais em você do que você supunha.
Aprende que nunca se deve dizer a uma criança que sonhos são bobagens,
poucas coisas são tão humilhantes e seria uma tragédia
se ela acreditasse nisso.
Aprende que quando está com raiva tem o direito de estar com raiva,
mas isso não lhe dá o direito de ser cruel.
Descobre que só porque alguém não o ama do jeito que você quer
que ame, não significa que esse alguém não o ama,
pois existem pessoas que nos amam,
mas simplesmente não sabem como demonstrar isso.
Aprende que nem sempre é suficiente ser perdoado por alguém,
algumas vezes você tem que aprender a perdoar-se a si mesmo.
Aprende que com a mesma severidade com que julga,
você será em algum momento condenado.
Aprende que não importa em quantos pedaços seu coração foi partido,
o mundo não pára para que você o conserte.
Aprende que o tempo não é algo que possa voltar para trás.
Portanto,plante seu jardim e decore sua alma,
ao invés de esperar que alguém lhe traga flores.
E você aprende que realmente pode suportar...
que realmente é forte, e que pode ir muito mais
longe depois de pensar que não se pode mais.
E que realmente a vida tem valor
e que você tem valor diante da vida!
Nossas dúvidas são traidoras e nos fazem perder o bem
que poderíamos conquistar, se não fosse o medo de tentar."

segunda-feira, 15 de setembro de 2008

Era, Era?



Uma era tecnológica
Interatividade e informação
Nunca existiram tantas pessoas
Sufocadas pela solidão

Máquinas, concreto e aço
Frieza refletida em nós, seres humanos.
Deixamos a espiritualidade de lado
E assim, nos tornamos mundanos.

Onde está a honra?
E o sentimento verdadeiro?
Ninguém se importa com nada,
a não ser com o maldito dinheiro.

O fim se aproxima
e a humanidade permanece cega
"Excluídos" estão aguardando
o início de uma nova era!

sábado, 30 de agosto de 2008

A Última Canção de Conan


Era árdua e longa a estrada.
E no céu, a lua branca e fria
Punha pálidos raios na madrugada
Anunciando o nascer do dia.
Ladrões, prostitutas, reis e guerreiros,
Magos, patifes, bardos, feiticeiros
Caminhavam junto a mim, por onde eu ia.

O vento Cortava qual lâmina afiada
à medida que soprava dos mares bravios.
Agitava barracas e árvores da estrada,
Gemendo nos galhos como espectros sombrios.
No entanto, eu, numa luta renhida
de saques e luxúria, bebi o vinho da vida
até fim dos meus brios.

Bravo e selvagem, eu vim do norte
para as cidades que iam me perder.
Com ferros e tochas, entreguei-me à sorte
e com sangue venci o que se há de vencer.
Joguei no diabo e alcancei vitória,
Esplendor, fama, estonteante glória,
sem jamais o sorriso da morte temer.

Inimigos surgiram para eu derrotar
e amigos leais em que me fiei.
Conquistei coroas para depois desprezar
e lábios ardentes que com luxúria eu beijei.
Se canções eu cantei com toda alegria
e vinhos sorvi até noite virar dia,então,
que importa se um dia morrerei?

O ouro arrebatado as jóias deslumbrantes...
tudo o que tinha em pó foi transformado.
E da vida vivida em horas delirantes,
traguei o melhor que ela me podia ter dado.
Hoje, a cova é profunda e a noite vazia,
o mundo, um crânio mofado que asfixia.
Contudo, me rio dos deuses, amargurado.

Na região maldita por onde ia a estrada
de terra ressequida, não indicando o fim,
minha gente seguia alegre e alvoroçada
pois caminho mais fácil não encontraria assim.
Vadio e zombeteiro com o terror a espreita,
a estrada da vida sorria à minha direita...
e os abutres da morte zombavam de mim.

Caminho poeirento, longo de tal sorte...
Crom, hoje vejo como um homem enlouquece!
Sou velho, cansado e a morte se fez forte,
consumindo minha carne que os anos esmorece!
Brava e selvagem, era assim minha gente
que cantava e sorria, cavalgando contente,
lutando e matando sem deus e sem prece!

Sacerdotes espertos contavam do tesouro
com que seu paraíso poderia ser comprado.
E das almas malditas que como um agouro
gemiam no suplício que lhes foi destinado.
Para o inferno, sacerdotes com seu ouro e riquezas!
Descerei à garganta que leva às profundezas
e lá, hei de deixar o diabo destronado!

Se enfrentei a vida com audácia e sem medo,
Por que recuar agora, se a morte me sorri?
A vida não passa de um jogo, um brinquedo
com o qual, junto à morte, eu só me diverti.
Adeus, meus amigos de horas sombrias...
rainhas e criadas de peles macias...
não lamento o que eu fui nas noites vadias,
nem os passos na estrada que finda os meus dias...
...AQUI!


* Texto de ESC#07

domingo, 24 de agosto de 2008

Estranho Momento



Ouço o vento nesse momento
e os espíritos que ele traz
parece vozes de pessoas morrendo
ou morreram há um tempo atrás?

Vento, o que quer me dizer?
Há algo que eu possa fazer?
angustiadas almas perdidas
muitas, e alguns suicidas

Vento, choros e lamentos
compõem uma estranha canção
pedidos de ajuda, arrependimentos
isso estilhaça meu coração

Depois de algum tempo
o vento se vai, termina!
E sem poder ajudá-los
os espíritos se vão, com sua triste sina!

terça-feira, 1 de abril de 2008

VULTOS



V estindo capas e mantos
U m caminho de sombras
L úgubres seres,estranhos!
T odos querem esperanças
O nde eles se encontram?
S ó os becos dirão!

segunda-feira, 6 de agosto de 2007

ESSENCIA



E u sou e sempre serei assim
S empre buscando respostas
S empre seguindo com meu ideal
E sse caminho de vitórias e derrotas
N ão posso fazer nada além de lutar
C oisas horríveis acontecem por todo mundo
I sso tem que mudar!
A ssim é minha essência! Lutar, para o mundo melhorar!

Lobo Solitário...


Metal Contra as Nuvens
Legião Urbana

I

Não sou escravo de ninguém
Ninguém senhor do meu domínio
Sei o que devo defender
E por valor eu tenho
E temo o que agora se desfaz.

Viajamos sete léguas
Por entre abismos e florestas
Por Deus nunca me vi tão só
É a própria fé o que destrói
Estes são dias desleais.

Sou metal, raio, relâmpago e trovão
Sou metal, eu sou o ouro em seu brasão
Sou metal, me sabe o sopro do dragão.

Reconheço meu pesar
Quando tudo é traição,
O que venho encontrar
É a virtude em outras mãos.

Minha terra é a terra que é minha
E sempre será minha terra
Tem a lua, tem estrelas e sempre terá.

II

Quase acreditei na sua promessa
E o que vejo é fome e destruição
Perdi a minha sela e a minha espada
Perdi o meu castelo e minha princesa.

Quase acreditei, quase acreditei

E, por honra, se existir verdade
Existem os tolos e existe o ladrão
E há quem se alimente do que é roubo
Mas vou guardar o meu tesouro
Caso você esteja mentindo.

Olha o sopro do dragão...

III

É a verdade o que assombra
O descaso que condena,
A estupidez o que destrói

Eu vejo tudo que se foi
E o que não existe mais
Tenho os sentidos já dormentes,
O corpo quer, a alma entende.

Esta é a terra-de-ninguém
Sei que devo resistir
Eu quero a espada em minhas mãos.

Eu sou metal, raio, relâmpago e trovão
Eu sou metal, eu sou o ouro em seu brasão
Eu sou metal, me sabe o sopro do dragão.

Não me entrego sem lutar
Tenho ainda coração
Não aprendi a me render
Que caia o inimigo então.

IV

- Tudo passa, tudo passará...

E nossa história não estará pelo avesso
Assim, sem final feliz.
Teremos coisas bonitas pra contar.

E até lá, vamos viver
Temos muito ainda por fazer
Não olhe para trás
Apenas começamos.
O mundo começa agora
Apenas começamos.



terça-feira, 31 de julho de 2007

A VIDA ME ENSINA



Antes parecia fácil, brincadeira de criança

Vastos os caminhos, havia esperança.
Ilusões, sonhos, planos de quem sabe uma vida feliz
Desenhando um futuro, será que desenhei com um giz?
As linhas e traços dos meus sonhos se apagaram

Muitas lições aprendidas, há um preço elevado! Meu coração machucaram
Em mim, muitas marcas ficaram, quase me derrotaram

Estou pronto, estou curado, posso mais uma vez caminhar
Não mais como um aprendiz, àquele que a vida fez o que quis...
Sigo como um sobrevivente, não sou um mestre, tenho isso em mente
Indiferente, sem sonhos ou alusões de um futuro presente, eu sigo
Não me importo com muito, também pudera, não tenho ninguém comigo
Apenas tristeza e vazio no meu coração eu abrigo




Lobo Solitário e Butterfly.¸.•*ੴ




Iced Earth

Homem vazio

Vazio, me consumindo
Cabeça nas mãos, eu mal posso falar
Procurando pela solidão
Perdido na humanidade
O verdadeiro conhecimento
Leva ao sofrimento
Uma busca constante, um sonho sem fim
Procurando por paz interior
Escondida profundamente em mim

Não quero ser um homem vazio
Não serei um homem vazio

A tristeza chega a mim constantemente
Preenchendo meus olhos,
Para que todos vejam
A paz virá algum dia
Eu rezo para que ela encontre um caminho
A escuridão acariciando
Minha mente e minha alma
Meu espírito esta rejeitando
Eu me sinto inteiro
O vazio se vai
Preenchido pela luz do dia

Eu me ergo como a fênix
Das cinzas de um caminho antigo
Com a sabedoria ganha, eu me viro
Eu me virei
Homem vazio,
Encontre para você um outro plano

sexta-feira, 27 de julho de 2007

CAMINHO



C ertas pessoas devem seguir só
A ssim é a vida de muitos, e a minha não é diferente
M as o que posso fazer alem de seguir em frente?
I sso é tudo que posso fazer!
N inguém me ajudará, só poderei contar comigo
H averá um lugar bom no fim, tenho certeza!
O u por qual outro motivo eu seguiria por este caminho?

quarta-feira, 4 de julho de 2007

A CHAMA SE APAGA



A ssim termina mais uma luz.

C om lágrimas de sangue ele se despede
H omem que outrora era guerreiro
A gora não passa de uma sombra do que já foi
M as o que aconteceu a ele?
A lguém sabe? Talvez...

S erá que foi consumido pelo vazio?
E ssas e outras perguntas ficarão sem respostas

A h! Derrotada e triste alma!
P ercorrerá um longo caminho negro
A té encontrar a verdadeira razão da sua vida
G ostaria de encontrar aquela que foi tirada de ti
A ntes que mais uma chama se apague.

Triste Realidade




A vida é um tanto triste e vazia...
É estranho caminhar nesta floresta de concreto e aço
Os humanos não têm mais valor, perderam seu espírito...
A honra no mundo dos homens morre a cada dia.
As pessoas não possuem mais nenhum caráter.
Se vendem e se entregam simplesmente para alcançar
titulos e honras vazias e se perdem em prazeres sórdidos.
Alguns erram e voltam a trilhar um caminho nobre
mas muitos, seduzidos e obcecados pela podridão
vivem uma vida sem escrúpulos.
Por mais clara e bela que aparentam as florestas de concreto e aço
o odor de coisas malditas não pode ser ocultado.
Assim, acreditando caminhar na luz
esses pútridos mortos-vivos seguem em frente
sem saber ao certo onde chegarão no final.

terça-feira, 19 de junho de 2007

Caminho



Caminho triste e introspectivo...
E isso, vez por outra, acaba me deixando surdo
para o que a vida sussurra em meus ouvidos.
Pode ser alguma lembrança de um outro tempo
ou alguma esperança pelos dias que virão?
Seria a perda de um grande amor no passado
ou o medo da solidão em um futuro possível?
Talvez a vontade de voltar a uma era esquecida
ou o desejo de triunfar em novos tempos?
E no meio de tantas perguntas eu continuo sozinho
em meu caminho

sábado, 16 de junho de 2007

Lua Cheia



L embranças...
U ma quantidade imensa de imagens
A ssombram minha mente...

C erta angustia me traz
H averá um momento
E m que respostas acharei
I sso poderá colocar um fim
A os meus tormentos?